Todos que vivem em sociedade e participam de forma ativa em nossas cidades deveriam ter cidadania, infelizmente deveriam, porque a realidade nos mostra um outro cenário. Cada vez mais as pessoas querem ter comodidade, luxo, regalias e direitos, mas na maioria das vezes se esquecem dos deveres e se possível não seguir as regras, pois afinal de contas, na cabeça dessas pessoas, regras rígidas e severas é coisa de ditadura...
É triste ver as pessos reclamando da sujeira das nossas cidades, das enchentes que devastam tudo por onde passam e depois ver estas mesmas pessoas, jogando papel no chão, ou uma bituca de cigarro, ou uma latinha de cerveja arremessada pela janela do carro (aí são duas faltas, sujar a cidade e dirigir consumindo álcool) jogando o lixo da casa no terreno abandonado ou na calçada na esquina, sob a alegação de que não passa lixeiro naquele dia. Pessoas reclamando do trânsito que não anda, e ela mesma fechando um cruzamento mais tarde, alengando estar atrasada ou simplesmente porque todo mundo faz. Pessoas querem seus direitos mas esquecem de seus deveres. O dever de todos é cuidar também da cidade em que vivemos e não dever apenas das secretarias e da Prefeitura. Ser respeitado é antes de tudo querer também respeitar seu semelhante. Novas leis são criadas, mas na verdade o que precisamos é que elas sejam cumpridas, é de uma fiscalização mais ostenciva, é de punições mais severas. Colocam bancos nos ônibus, trens e metrôs para deficientes, gestantes e idosos, mas sempre tem aqueles individuos que ignoram e se utilizam livremente, mesmo tendo idosos, deficientes ou gestantes em pé, e o que acontece? Agora em São Paulo haverá na área de zona azul, espaços reservados aos idosos, com penalidade de multa de R$ 53,00 e três pontos na carteira ao infrator que estacionar sem o crachá, mas será que isso funcionará?
É uma pena que tenha que se tomar sempre uma atitude de prejuizo financeiro para que as pessoas se lembrem dos princípios básicos de cidadania.
O meu direito termina onde se inicia o direito do outro cidadão..... só isso.
Se cada um fizesse a sua parte, com certeza tudo seria em melhor!!!!!
Pense nisso...
Oss
quinta-feira, 18 de março de 2010
Cidadania
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Língua Japonesa
No Brasil, as artes marciais japonesas estão bem disseminadas, graças aos imigrantes que aqui chegaram a bordo do navio Kasato Maru em junho de 1908. Algumas destas artes marciais se tornaram até muito populares, como por exemplo o judo e o karate. Infelizmente muita coisa se perde também com essa massificação. A língua japonesa não é simples, concordo, principalmente a escrita e seus significados. Mas se a pessoa intitula-se "Sensei", deve por obrigação ensinar "tudo" de forma correta. Estudar portanto a língua japonesa deveria ser uma obrigação. Principalmente hoje em dia, que existem tantas escolas (até por correspondência), internet, dicionários, enfim, material suficiente para que se possa ter a informação correta. Nos dicionários é utilizado o sistema Hepburn, criado por James Curtis Hepburn (1815 - 1911) para facilitar a representação dos sons dos idioma japonês utilizando o alfabeto latino, conforme a pronúncia inglesa.
- Rei (cumprimento que indica respeito) com som de um "R" só, como em "pare"
- Sensei (professor) e não Sansei (que quer dizer terceira geração)
- Seito significa aluno
- Renshi com som de um "R" só e sh com som de "X"
- Shihan SH com som de "X" e H com som de "RR" e não Shiran
- As palavras escritas com "CH" tem o som de "T" - ex: Dachi (base)
Estes são alguns exemplos e postarei vários outros para consulta ou apenas como curiosidade. Quando ler alguma coisa na internet ou for a algum Dojo, lembre-se disso e escolha bem o seu "Sensei"....
Pense nisso...
Oss